“Quer saber? Vá à merda. Vá á merda; você, seu jeito
que me deixa completamente irritada, seu cabelo, seu beijo, seu abraço,
suas palavras, sua voz, enfim. Vá à merda você, vá à merda o que restou
de “nós”. Não quero mais nada que venha à seu favor. Ou pelo o menos é
isso o que eu penso. Sabe quando a pessoa fica longe de você fazendo-lhe
faz um bem danando, mas também lhe faz um mal pior ainda? Caramba, que
coisa angustiante. Aquele nó embaraçoso que dá na garganta é
inexplicável. Lhe enxergo como uma alergia, como uma coisa que não posso
mais ter dentro de mim e que não posso nem mais ao menos ficar por
perto. Que você suma, suma depressa, porém um pouco devagar. Na maioria
das vezes na vida, impactos acabam machucam pessoas e eu não quero
machucar-me mais uma vez.”
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